ESPIRITISMO
Rugem trovões
mortais de guerra e iniquidade
Que a besta-fera atroz, liberta,
ensandecida,
Profana faz nascer e abrir tanta ferida
E alimentar o terror na estulta
Humanidade.
Distante da razão aceita-se perdida
E faz-se devorar no crime e insanidade
A Terra, qual ser global, sem paz ou
liberdade,
Entregue ao desamor, desfalecendo a vida.
Mas Jesus, muito além das deserções do
mundo
Estende suas mãos e em seu amor profundo
Não quer destruição, nem medo ou
cataclismo.
E, aos rumores de um fim, de mais
desesperança,
Acende outro clarão, de paz e confiança,
Nas expressões do amor, na luz do
Espiritismo.

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