ESPIRITISMO



Rugem trovões mortais de guerra e iniquidade

Que a besta-fera atroz, liberta, ensandecida,

Profana faz nascer e abrir tanta ferida

E alimentar o terror na estulta Humanidade.

  

Distante da razão aceita-se perdida

E faz-se devorar no crime e insanidade

A Terra, qual ser global, sem paz ou liberdade,

Entregue ao desamor, desfalecendo a vida.

  

Mas Jesus, muito além das deserções do mundo

Estende suas mãos e em seu amor profundo

Não quer destruição, nem medo ou cataclismo.

  

E, aos rumores de um fim, de mais desesperança,

Acende outro clarão, de paz e confiança,

Nas expressões do amor, na luz do Espiritismo.

                                                 Amaral Ornellas

              (Psicografado por Walace F. Neves em 09/07/2003)

 

 

 

 

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